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Obesidade

 
A maioria dos casos clínicos pesquisando os efeitos do DHEA sobre perda de peso e de gordura, assim como a obesidade, apóia o DHEA como tratamento para este objetivo.
 

Síndrome Metabólica

A síndrome metabólica é caracterizada através de várias condições que são todos associados com alto risco de doenças
cardíacas, incluindo aumento da resistência insulínica, obesidade e níveis anormais de colesterol. Na síndrome metabólica, estes fatores de risco individuais agem sinergicamente, assim aumentando o risco de doenças cardiovasculares do que seus níveis individuais sozinhos. Apesar da pesquisa ainda continuar, os cientistas têm ligado o alto nível de colesterol com baixo nível de DHEA. A utilização do suplemento DHEA a longo prazo melhora a sensibilidade insulínica de 30%, aumenta o HDL até 12% e abaixa o LDL ate 11% e as triglicérides até 20%. A diminuição do LDL pelo DHEA tem um efeito anti-oxidante, o que pode ter conseqüências anti-aterogênico. O DHEA também diminui gordura abdominal, uma característica importante da síndrome metabólica.

 

Estudos Clínicos

  • O grupo P. Diamong de Quebec, Canadá, conduziram um estudo de 12 meses com 15 mulheres entre 60 a 70 anos de idade, utilizando um creme na pele contendo 10% DHEA. Um aumento de 3.8% de gordura femoral e de 3.5% nas áreas musculares do fêmur foi observado no 12 meses. Estas mudanças na gordura corporal e na massa muscular estão associadas com a redução de 11% da glicemia plasmática em jejum e 17% nos níveis de insulina em jejum.
     

  • Uma pesquisa aleatória controlada por placebo e duplo-cego, conduzida pela Universidade de Medicina de Washington, de junho 2001 ate fevereiro 2004. Os 56 participantes idosos (28 mulheres e 38 homens entre 65 a 78 anos de idade) tinham baixo nível de DHEA associado com envelhecimento. Alguns participantes tomavam 50 mg/dia de DHEA e outros tomavam placebo por 6 meses. O resultado primário foram as alterações das medidas na gordura abdominal visceral e subcutânea durante 6 meses avaliados pela ressonância magnética e resposta à glicose e insulina através de um teste oral de tolerância à glicose (OGTT). Dos 56 participantes, 52 foram submetidos às avaliações em seguida. Conformidade com a intervenção foi de 97% no grupo tomando DHEA e 95% no grupo tomando placebo. Baseado em análises com intuito de tratar, a terapia com DHEA, comparado com a do placebo, induziu uma diminuição significativa na área de gordura visceral (-13 cm2 vs. +3 cm2, respectivamente; P=0.001) e da gordura subcutânea (-13 cm2 vs. +2 cm2, P=0.003).

    A área de insulina abaixo da curva (AUC) durante o OGTT foi reduzida após 6 meses de terapia com DHEA, comparado com a do placebo (-1119 µU/ml per 2 h vs. +818 µU/ml per 2 h, P=0.007). Apesar dos níveis baixos de insulina, a glicose não foi alterada, resultando no aumento do índice da sensibilidade insulínica na resposta de DHEA, comparado com placebo (+1.4 vs. -0.7, P=0.005). A substituição do DHEA poderia desempenhar um papel na prevenção e tratamento da síndrome metabólica associado com obesidade abdominal.

 

 

 

 

 

 

 




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